“O desenvolvimento de zonas francas, através de benefícios fiscais e incentivos, para além de regulamentos específicos sobre finanças e questões laborais, tem o potencial de encorajar o investimento externo e sustentar o crescimento, mas a diversificação continua a enfrentar muitas barreiras”, escrevem os analistas num comentário à legislação aprovada no início de junho sobre estas zonas de atividade económica com condições especiais.

“No entanto, aumentos substanciais no crescimento económico e uma expansão da economia não petrolífera vai precisar de mais esforços para atacar a corrupção, a fraca regulamentação e o afastamento dos investimentos do setor privado devido à presença do Estado”, acrescentam os economistas da unidade de análise da revista britânica The Economist.

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