A Volkswagen pediu uma redução na quantidade de trabalhadores para 10 mil na Alemanha. Por sua vez a BMW cifrou-se nos 20 mil.

A paralisação do fabrico dos componentes em várias partes do mundo provocou um estrangulamento na cadeia de produção que impedem o normal funcionamento da montagem.

Além disso, as encomendas caíram a pique, contribuindo para isso o encerramento de muitos concessionários na Europa.

Na terça-feira, o Instituto de Investigação Económica (Ifo) alemão informou que mais de 25% das empresas prevê reduzir o dia de trabalho na Alemanha nos próximos três meses, o nível mais alto desde 2010 e contra 15,3% há três meses.

Volkswagen, Audi, BMW, Daimler e o fabricante de camiões MAN já tinham informado que iriam reduzir temporariamente o dia de trabalho dos empregados, que na Alemanha é conhecido como “kurzarbeit”.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 803 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 40 mil.

Dos casos de infeção, pelo menos 165 mil são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com mais de 440 mil infetados e mais de 29.300 mortos, é aquele onde se regista atualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 12.428 mortos em mais de 105.702 mil casos confirmados até ontem.

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