Em declarações à imprensa, o Presidente do Conselho de Administração do CFL, Júlio Bango, disse que a empresa ferroviária não possui verbas para a recuperação dos equipamentos vandalizados pelos munícipes, estando a “remediar-se” para poder colocar os comboios operacionais.

Para a recuperação dos vagões e não parar o serviço de transportação de pessoas e bens, segundo o gestor, são feitas apenas algumas acções de recuperação, porque não existem valores para os investimentos no CFL.

Júlio Bango apelou ainda aos munícipes de Luanda a respeitarem a sinalização ao longo do traçado ferroviário e deixarem de realizar a actividade comercial ao longo da linha, para evitar mortes causadas pelos comboios.

Desde Janeiro até Outubro 16 pessoas tiveram morte imediata depois de terem sido  colhidas pelos comboios e nove ficaram gravemente feridas

O ramal ferroviário do CFL conta com cerca de 425 quilómetros de extensão, parte de Luanda até a província de Malanje, passando por Cuanza Norte.