Com novas políticas, assentes na concessão de crédito e acesso aos fertilizantes, segundo o presidente da Unaca, os associados poderão aumentar a produção, ajudar no combate à fome e à pobreza.

Albano da Silva Lussati sugere a criação de condições adequadas para as comunidades rurais organizadas em cooperativas e associações, bem como a criação de fábricas de adubos para resolver o problema dos fertilizantes.

Ao falar a jornalistas, por ocasião do 30º aniversário da organização, cujo acto central foi celebrado na Comuna de Cassoneca, município de Icolo e Bengo, em Luanda, sublinhou estar em curso em todo o país o processo de fortalecimento das associações de camponeses e cooperativas agro-pecuárias existentes.

A Confederação pretende, com isso, dar vida à agricultura familiar e a criação de condições para o escoamento efectivo da produção para os principais centros de consumo.

Para superar a crise, disse ser necessário o envolvimento dos camponeses nas actividades agrícolas, sem medir sacrifícios para mitigar os objectivos pretendidos, apoiar os esforços do Executivo, em função dos programas em cursos.

“A legalização das cooperativas agrícolas é uma tarefa contínua a executar com a devida prioridade por parte dos associados, para permitir que estes possam recorrer aos bancos, visando a obtenção de crédito para o desenvolvimento da produção nacional”, disse.

A Unaca foi constituída a 6 de Fevereiro de 1990, data instituída em homenagem ao camponês angolano, controlando neste momento 2.083 cooperativas e 8.508 associações de camponeses, sendo que 1.388 cooperativas estão devidamente legalizadas.

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