Na base da paralisação, de acordo com uma fonte da comissão sindical, estão, entre outras, a "falta de valorização dos trabalhadores".

No seu caderno reivindicativo, de 11 pontos, os grevistas exigem melhores condições laborais e aumento salarial na ordem de 100 por cento.

A Angop apurou que o salário mínimo nesta unidade hoteleira está fixado em 22 mil kwanzas.

Segundo os trabalhadores, a greve no HCTA vai vigorar até que haja acordo com a entidade empregadora sobre os pontos do caderno reivindicativo.

A Angop procurou ouvir os responsáveis do hotel, mas até ao momento não obteve sucesso.

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