A informação foi hoje avançada pelo director-geral da Total EP Angola, Olivier Jouny, no final de um encontro que manteve com a Comissão de Economia e Finanças da Assembleia Nacional.

O director-geral da empresa disse que abordou com os deputados angolanos as novas áreas de estudos que a empresa está a realizar para desenvolver campos marginais e também para relançar a exploração, em 2020.

Olivier Jouny referiu ainda que decorrem igualmente estudos para o relançamento da exploração, no próximo ano, com a perfuração do bloco 48 nas águas ultraprofundas de Angola.

Por sua vez, o deputado angolano Joaquim David, que foi director-geral da Sonangol, petrolífera estatal angolana, entre 1989-1998, disse que o encontro serviu também para abordar questões sobre a preservação ambiental.

"Foi [ um assunto] muito discutido. Há uma pressão muito grande a nível mundial para a diminuição das indústrias fósseis e a Total mostrou o seu ponto de vista em relação ao que se vai passar nos próximos 30, 40 anos, num incremento das energias renováveis", disse Joaquim David, citado pela rádio pública angolana.

A Total está presente em Angola desde 1953 e lidera a lista de operadores do sector petrolífero, tendo em curso além de projectos de exploração de petróleo, também o de gás natural, bem como no segmento da distribuição de combustíveis, nomeadamente gasolina.

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