Em nota de imprensa, enviada à ANGOP, o departamento ministerial vinca que a política do Executivo sobre os subsídios a estes dois sectores é muito clara, sendo esta uma matéria plasmada nos vários documentos de orientação macroeconómica do país.

Esta posição do Minfin contraria a visão do presidente do conselho de administração da AGT, Sílvio Burity, para quem "os subsídios aos combustíveis para agricultura são insustentáveis, por ser uma despesa que vai se repetir todos os anos".

Segundo o gestor, que falava num encontro com empresários agrícolas do Cuanza Sul, a solução para reduzir os custos associados aos combustíveis, alimentar moto bombas, pivôs e outros equipamentos passaria pela melhoria da distribuição da energia eléctrica da rede pública.

Em resposta, o Minfin recorda que a política do Governo "vai no sentido da concessão de subsídios aos combustíveis para os sectores da agricultura e pescas, nos termos fixados pelo Decreto Presidencial n.º 84/19, de 21 de Março, que aprova a sua atribuição".

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