O responsável, que falava à Angop a propósito da greve por tempo indeterminado dos trabalhadores do Hotel Convenções de Talatona (HCTA), iniciada nesta terça-feira (11), referiu que esse hotel não devia pagar 22 mil e 500 kwanzas como salário mais baixo, tendo em conta a sua categoria e o que arrecada pelos serviços prestados.

De acordo com o presidente sindical, um dos principais pontos do caderno reivindicativo apresentado pelos trabalhadores à entidade patronal é o aumento do salário em 100%, dos 22 mil e 500 kwanzas.

Explicou que o HCTA cobra uma diária entre 450 e 500 mil kwanzas e as vivendas estão em 12 a 15 mil dólares/mês, além de outros serviços prestado pelo hotel.

“O acerto de categorias e salários correspondentes, aumento dos subsídios de férias e de natal em 100%, subsídio de transportes para seis táxis dia, melhores condições de trabalho, uniformes, seguro de saúde, melhores condições no refeitório, transporte do pessoal e a valorização dos trabalhadores são os 11 pontos constantes da reivindicação”, explicou.

Segundo o responsável, a greve no HCTA vai vigorar até que haja acordo com a entidade empregadora sobre os pontos do caderno reivindicativo.

A Angop procurou ouvir os gestores do hotel, mas até agora não obteve resposta.

Entretanto, informou que as condições estão a ser criadas para que até a primeira quinzena que Março próximo seja lançado o Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Comércio, Hotelaria, Turismo, Catering e Resorts de Angola.

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