Na primeira fase deste processo de privatização, realizada em 2019, com a privatização integral de cinco unidades fabris instaladas na ZEE, o Estado arrecadou USD 16 milhões.

Para o processo de venda que começa em breve foram seleccionadas a Indupackage dedicada à produção de embalagens metálicas, Betonar (pré esforçados de betão), Inducarpin ( carpintaria), Induplas (sacos plásticos), Indutive (tintas e vernizes).

Consta igualmente a Mangotal (torres metálicas) Pipelaine (tubos em PVC) Telhafal (telhas metálicas), Transplas (acessório em PVC), Vedatela (produção de vedações), Absor (absorventes e  e a Saciango (sacos de cimento).

O responsável, que falava à imprensa, num encontro de auscultação com empresários nacionais e estrangeiros, explicou que das 13 unidades fabris, apenas a Saciango e a Absor estão inoperantes e seriam privatizadas na primeira fase.

Disse ser intenção IGAPE salvaguardar as questões sociais e daí sensibilizar os empresários a trabalhar com os funcionários já existentes e muitos destes  com elevada experiência.

O encontro visou passar informações sobre as condições de participação no referido processo de alienação, estudo de impacto ambiental, formas de pagamentos, entre outros pontos relacionados à privatização das fábricas da ZEE.

As 13 empresas da ZEE objectos de venda fazem parte de um leque de 195 activos detidos parcialmente ou totalmente pelo Estado que vão ser alienados até 2022, no âmbito do Programa de Privatizações (Propriv).
Da lista, destaque para TAAG, Sonangol, Unitel, Endiama, Cuca e Nova Cimangola.
Algumas dessas firmas vão ser vendidas por concurso público, concurso limitado por prévia qualificação, ou privatização em bolsa, de acordo com o programa de privatizações em curso desde o ano transacto.

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