De acordo com o vice-governador do BNA, Manuel Tiago Dias, que falava no acto da sua reinauguração, o banco trouxe meios que irão permitir o transporte do numerário de forma segura e fomentar maior interacção com outras agências bancárias.

Prometeu retirar da circulação as notas de menor valor facial danificadas e repor outras novas, bem como realizar leilões para facilitar o acesso de divisas aos bancos comerciais, respeitando as regras da instituição.

O coordenador da região leste do Banco de Comércio e Indústria (BCI), José Dismasse, enalteceu a reabertura do BNA, para permitir renovar a qualidade das notas e a liquidez suficiente a nível das instituições bancárias.

O funcionamento da instituição cujas obras de beneficiação duraram dois anos será assegurado por técnicos do BNA provenientes de outras regiões, inicialmente com serviços de tesouraria que consistem em aprovisionar os cofres com numerário.

O corte de fita coube aos governadores do BNA e da província do Moxico, José de Lima Massano e Gonçalves Muandumba, respectivamente.

O BNA deixou de funcionar na província do Moxico, em 1997, altura em que havia alugado as suas instalações ao Banco de Comércio e Indústria (BCI).

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