O grito é dado pelos operadores hoteleiros na província.

As dívidas do Governo foram contraídas, entre outras despesas com aluguer de quartos e uso de restaurante e bar por ocasião das visitas do anterior e atual presidentes da República.

Mbiavanga Paulo Panzo, director em exercício do Grande Hotel do Uíge disse à VOA que precisa do dinheiro para cumprir os seus compromissos.

A situação do setor é dramática, segundo Panzo, que revelou não ter recebido um único hóspede na última semana.

Por seu lado, Fortunato Mazoa, gerente do Hotel Bago Vermelho, disse que “da garantia feita recentemente pelo Governo angolano em apoiar as empresas mais afectadas pela Covid-19, no Uíge, não foi selecionada nenhuma das unidades hoteleiras que deveriam ser a prioridade neste apoio”.

Além das consequências da crise, o chefe do Departamento do Turismo no Uíge, Gomes Costa, lamentou a falta de vias de acesso às zonas turísticas.

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