Portugal é o país com maior representação nesta 31ª edição da FILDA, com mais de 100 empresas expositoras. 

Mais de 100 empresas portuguesas de vários sectores, desde o alimentar às máquinas e aparelhos que apoiam o processo de produção em Angola, matérias eléctricos, de construção, didácticos, produtos farmacêuticos, entre outros, participam na feira que decorre até dia 27 de Julho.

O presidente da AICEP garante que “não se pode falar do crescimento económico e empresarial em Angola sem se falar da FILDA, que tem sido acompanhada desde o início pela agência portuguesa”.

Há um interesse em dinamizar a relação económica entre os dois países, cujo pico do volume de comércio foi em 2013 com cerca de sete mil milhões de euros, com mais de nove mil empresas a exportar para o país africano”, continuou.

Miguel Frasquilho afirmou ainda que as relações económicas entre os dois países é bilateral.

“Acredito no elevado contributo que Portugal pode dar a Angola na área do emprego, da formação da tecnologia e know-how, a AICEP não garante só o apoio à exportação de produtos portuguesas como também no acompanhamento de projectos portugueses com agentes angolanos. Projectos que criam riqueza em Angola, criam riqueza para os angolanos e criam empregos para este grande país.”

Durante a visita ao pavilhão dedicado a Portugal, que contribui com a maior participação de sempre na FILDA, indicou que estes “é um sinal bem claro do compromisso que as empresas e empresários portugueses têm para com esta nação com a qual temos uma relação histórica”.

Portugal aumentou a sua exportação de produtos para Angola em mais de 50 por cento nos últimos cinco anos e continuam a evoluir, segundo o político. No sentido inverso registou-se também um aumento, cotado em cerca de 1000 por cento, nos últimos quatro anos, e Pires de Lima reforça que o investimento angolano é “bem-vindo e querido pelo Governo de Portugal e por todos os portugueses”.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.