O organismo destaca os comportamentos positivos das classes dos transportes (4,9%), das rendas de habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (2,8%), dos acessórios, equipamento doméstico e manutenção corrente da habitação (2,2%), da saúde (1,8%) e do ensino (1,8%).

A variação negativa registou-se na classe do vestuário e calçado (menos 1,8%).

Os indicadores apontam para as contribuições negativas a serem suplantadas pelas positivas, resultando numa "variação homóloga positiva observada para o IPC total nacional”.

Em outubro de 2018, o IPC registou uma taxa de variação mensal de 0,3%, quando tinha sido de 0,2% no mês anterior e de -0,3% em outubro de 2017.

As classes que se destacaram com maiores variações positivas foram as das rendas de habitação, água, eletricidade, gás e outros combustíveis (1,0%) e dos produtos alimentares e bebidas não alcoólicas (0,6%).

Por outro lado, as variações negativas foram mais sentidas nas classes dos transportes (menos 0,1%), dos hotéis, restaurantes, cafés e similares (menos 0,4%), dos vestuário e calçado (menos 0,5%) e do lazer, recreação e cultura (menos 0,6%).

As principais subidas de preços foram registadas no gás, combustíveis líquidos, produtos hortícolas, incluindo batatas e outros tubérculos, e frutos.

Em relação às descidas, estas foram mais acentuadas em artigos de papelaria e de desenho não duradouros, pequenos aparelhos domésticos elétricos, motorizadas e motociclos e transporte aéreos de passageiros.

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