Numa ronda efectuada pela ANGOP, vários munícipes afirmaram que o quarto dia de obediência do Decreto Presidencial, sobre o Estado de Emergência, os preços dispararam vertiginosamente.

Ana Maria, funcionária pública, disse que os preços dos produtos básicos em alguns estabelecimentos comerciais subiram e que já fez denúncias ao Instituto Nacional da Defesa do Consumidor (INADEC) na Lunda Sul, para regularizar a situação.

Explicou que a título de exemplo, o saco de arroz de 25 quilogramas que anteriormente estava a ser comercializado a 11.500 Kwanzas, hoje, o mesmo está a custar 14 mil, a caixa de massa alimentar subiu de quatro mil para cinco mil e quinhentos mil Kwanzas, entre outros produtos.

João Catoio (munícipe) corrobora com a mesma opinião e sugeriu que as equipes de fiscalização permaneçam nos armazéns, para desencorajar a especulação de preços.

O chefe do departamento do INADEC na Lunda Sul, Domingos Mutelembe, confirmou a existência de lojas a excederem preços e garantiu que diligências estão a ser feitas para multar tais infractores.

Apelou a população a manter-se calma e a continuar com as denúncias as autoridades, para que se reponha a legalidade.

De lembrar que na cidade de Saurimo já foi encerrado um armazém pelo INADEC por especulação de preços e más condições da infra-estrutura.

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