Num comunicado enviado à imprensa, a empresária afirma que, até ao final de 2019, nenhuma das suas empresas “devia um euro em salários”, situação que agora “passará naturalmente a ser outra” face à referida ação da justiça portuguesa.

O portal português ECO diz ter confrontado a PGR com as queixas de Isabel dos Santos, tendo a PGR dito que “a suscetibilidade de efetuar pagamentos de natureza dos referidos é avaliada quando solicitada, no âmbito dos procedimentos à ordem dos quais as contas se encontram congeladas“.

Nesse sentido, a PGR admite avaliar o descongelamento de parte das contas para que as empresas de Isabel dos Santos possam cumprir os seus compromissos, desde que haja uma solicitação para tal.

No comunicado, Isabel dos Santos não identifica as empresas que estão ou poderão vir a estar em dificuldades para processar salários e pagar a fornecedores, mas, também em nota, a Efacec, cujo capital é detido em 66,1% pela empresária angolana, garante que o pagamento dos salários não está em risco porque “tem uma “gestão independente” e que “reúne todas as condições para honrar os compromissos acordados com todos os seus colaboradores e fornecedores.

Santos revelou que fez empréstimos no valor de 571 milhões de euros, dos quais tem em dívida ainda180 milhões de euros.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.