Para o efeito, um protocolo de cooperação conjunto foi hoje rubricado, em Luanda, pelas três entidades, indica um comunicado de imprensa da ANPG a que agência Lusa teve acesso.

A nota indica que o Bloco 33 ainda não tem um operador, situação que poderá ser revertida caso este trabalho de estudo e avaliação conjunto venha a obter os resultados expectáveis, podendo a Chevron vir a assumir esse papel, em parceria com a Sonangol, como parte do grupo empreiteiro.

O presidente da ANPG, Paulino Jerónimo, citado na nota, realçou a importância do acordo, tendo em conta esta parceria "com vista à otimização e rentabilização futura do potencial petrolífero de Angola".

"Vamos dando passos consistentes no reforço do trabalho árduo que temos vindo a desenvolver com os operadores petrolíferos já presentes no nosso mercado e com os quais temos a certeza de que vamos atingir melhores resultados ao nível da exploração e da produção", referiu Paulino Jerónimo.

Por sua vez, o diretor-geral da Chevron Angola, Derek Magness, disse que esta parceria reforça o compromisso da petrolífera norte-americana com o país, com os parceiros e com as comunidades.

Já para o presidente da Sociedade Nacional de Combustíveis de Angola (Sonangol), Gaspar Martins, o acordo é "mutuamente vantajoso e coloca a empresa a que preside no caminho do seu core business atual - a produção petrolífera".

Gaspar Martins disse esperar que este seja um modelo de trabalho que venha a ganhar raízes em Angola.

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