Como consequência imediata as autoridades veterinárias da província viram-se obrigadas a restringir a venda do animal daquele município para os mercados locais dado o impacto que a doença pode ter na saúde humana.

Março e Abril foram os meses em que a doença atingiu o pico.

O chefe do departamento provincial dos serviços de veterinária da Huíla, Samo Daniel, garante que a situação neste momento está controlada, e sublinha o trabalho continuado com os produtores de suínos para uma melhor monitoria da doença.

“A situação neste momento é estacionária. Neste momento já não se registam casos de mortalidade”, disse

Preocupado com as consequências sócio-económicas da doença está a associação de suinicultores da Huíla que viu filiados perderem centenas de animais.

O líder da agremiação Álvaro Fernandes, diz que com a existência ainda de alguns focos da peste suína, a prioridade é não só pôr fim á doença mas também acima de tudo assegurar que a carne chegue em condições aos consumidores.

“ É uma doença altamente contagiosa mais que não é uma zonose não contagia o ser humano”, disse acrescentando que contudo que a doença afecta  o produto alimentar que pode trazer intoxicação alimentar pode trazer vómitos, diarreias, etc, não é aconselhável”.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.