A afirmação é do ministro do Comércio, Joffre Van-Dúnem, quarta-feira, na Assembleia Nacional, ao responder a algumas preocupações dos deputados da 5ª Comissão (Economia e Finanças), no âmbito da discussão do Orçamento Geral do Estado (OGE) 2020, que reuniu a equipa económica e o sector real da economia.

O património é composto por superfícies comerciais da rede Nosso Super, Poupa Lá, Paparoka, mercados municipais e interpostos frigoríficos e logísticos, construídos em diversas regiões do país, com dinheiro do Estado.

Segundo o governante, são mais de 100 imóveis, dos quais alguns se encontram inoperantes, que se pretende passem a ser geridos por operadores económicos das respectivas províncias.

“Todas essas infra-estruturas serão postas à disposição de cada província, tendo em conta que a vida se faz nos municípios. As mesmas vão à concurso público, para que voltem a funcionar e possam cumprir com os objectivos para os quais foram criados, e garantir mais emprego à população”, afirmou.

Até ao primeiro trimestre de 2020, o Ministério do Comércio assegura assinar os contratos com os operadores económicos locais, para se dar o ponto de partida.

Afirmou que alguns desses espaços já se encontram sob gestão privada, enquanto outros continuam inoperantes.

Com este fim, o Ministério do Comércio criou uma comissão de trabalho que está a fazer o levantamento e registo das infra-estruturas cujas obras envolveram verbas do Estado.

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