Se nos primeiros seis meses de 2019 o MGM China tinha registado mil milhões de dólares de Hong Kong de EBITDA ajustado (resultados antes de impostos, juros, depreciações e amortizações), agora teve um resultado negativo do mesmo valor.

“Os resultados foram gravemente afetados pela pandemia da COVID-19 e continuamos a ser impactados hoje”, lê-se no comunicado do grupo detido maioritariamente por capitais norte-americanos.

Com a imposição de restrições fronteiriças e com a suspensão dos vistos turísticos da China (o maior mercado turístico de jogo para Macau), as receitas totais dos casinos em Macau caíram 97% em junho e mais de 77% no primeiro semestre, em relação a iguais períodos de 2019.

Na mesma nota, o MGM China apresentou ainda receitas de 2,4 mil milhões de dólares de Hong Kong (263 milhões de euros) de janeiro a junho de 2020, quando no mesmo período do ano passado tinha apresentado mais do dobro: 5,5 mil milhões de dólares de Hong Kong.

No comunicado, o MGM China sublinhou que, apesar dos maus resultados, “o grupo manteve uma posição financeira saudável”, ou seja, uma liquidez de cerca de 11,4 mil milhões de dólares de Hong Kong.

Macau foi dos primeiros territórios a identificar casos de COVID-19, antes do final de janeiro.

O último, o 46.º, detetado a 25 de junho, quando já não havia registo de novos casos desde 09 de abril, já recebeu alta hospitalar.

Macau não registou nenhuma morte relacionada com a doença e não identificou qualquer infetado entre os profissionais de saúde.

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