No pavilhão 5, dedicado às empresas petrolíferas é nas novas oportunidades que muitas apostam. Não apenas do ponto de vista do negócio, das parcerias e atracção do investimento, mas do ponto de vista do recrutamento.

A petrolífera inglesa BP é um dos exemplos. Os seus colaboradores não hesitam em abordar todos quantos passam pelo corredor convidando-os a conhecer mais do que o stand a própria empresa.

"Não quer trabalhar na BP? Leve o folheto, vá ao site e candidate-se", este é o pregão constante.

Dos recursos humanos ao jurídico, da engenharia às finanças, todas as áreas estão contempladas, é preciso apenas chegar à FILDA.

Um público de brindes ou de negócios?

À "caça" de emprego ou de brindes, no 3º dia da feira, que também é dia de Portugal e de muitas atracções culturais, espera-se uma adesão maior. Um público menos júnior, que dê à feira a essência daquilo a que ela se propõe: ser a maior bolsa de negócios do país.

Hoje é quase garantido que a moldura humana excederá o número de visitantes de ontem, pela dificuldade de acesso que já se faz sentir para chegar à FIL, em Viana.

Encontrar novos parceiros, estabelecer-se em Angola, procurar sócios angolanos que queiram investir em Portugal, hoje as expectativas são altas.

Para o dia de Portugal aguarda-se o ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, que vem em representação do país para uma visita de dois dias.

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