O Mireme referiu em comunicado que a entidade que vai ser selecionada será escolhida entre empresas nacionais e internacionais e que a marcação será feita através da colocação de um produto químico no combustível importado para consumo interno - a ausência dessa marca é considerada prova de que o produto entrou no país através de contrabando.

O combustível em trânsito para países da África Austral que dependem dos portos moçambicanos nas suas importações não está sujeito à marcação.

A firma ou o consórcio vencedor vai operar a partir dos portos de Maputo, na região sul, Beira e Quelimane, centro, e Nacala e Pemba, no norte, disse a nota do Mireme.

A companhia será igualmente responsável pela realização de testes de qualidade visando acabar com a adulteração de combustível.

O Mireme avançou que pretende assegurar uma concorrência justa entre os diferentes operadores da cadeia de importação e comercialização de combustíveis líquidos em Moçambique e garantir eficiência e eficácia no controlo fiscal e na cobrança de impostos e taxas nos terminais de receção e nos postos de venda a retalho.

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