Moçambique aprovou, nesta quinta-feira em definitivo, o Orçamento do Estado para 2019 com um défice de cerca de 1.2 milhões de euros dos quais espera cobrir através de donativos e da ajuda externa e avaliou as despesas do Estado em cerca de 5 mil milhões de euros (33.3 % do produto interno bruto).

A Renamo e o MDM, partidos de oposição, votaram contra o Orçamento do Estado, porque consideram que o orçamento não vai focalizar as áreas sociais, enquanto a Frelimo, o partido que suporta o governo, aprovou a favor do OE e do plano económico para o próximo ano.

Absorvem maior volume do orçamento os sectores da educação, infra-estruturas, agricultura e desenvolvimento rural, com 21,5%, 14%, e 11% da despesa total, respectivamente, excluindo as operações financeiras e encargos da dívida.

Carlos Agostinho do Rosário, o primeiro ministro, comentou este Orçamento.

Confira a reportagem do correspondente da RFI em Moçambique, Orfeu Lisboa.