O ministro de Estado e da Coordenação Económica de Angola, Manuel Nunes Júnior, defendeu ontem em Luanda a necessidade do reforço das instituições para que o país se afirme "melhor" no seu processo de desenvolvimento.
Manuel Nunes Júnior falava durante uma conferência organizada pelo Jornal Expansão e pela empresa de consultoria Accenture, por ocasião do primeiro aniversário do jornal, onde apontou ainda que, para esse reforço das instituições, "todos os servidores públicos devem respeitar a lei e as regras estabelecidas".
"É preciso reforçarmos as nossas instituições, fazermos com que todos os servidores públicos respeitem a lei e as regras estabelecidas, tornando a nova governação cada vez mais transparente", disse Manuel Nunes Júnior quando abordava o tema "Estratégias para alcançar um desenvolvimento sustentado".
O governante disse ainda que o executivo angolano tem como grande aposta para este ano a diversificação da economia do país, que até há alguns anos dependia fortemente de receitas petrolíferas.
Segundo o ministro, o governo tem ainda como desafio a eliminação da pobreza e a garantia de bem-estar da população, tendo para efeito traçado como estratégia a intensificação dos esforços para a diversificação da economia.
"A grande aposta é o sector agrícola, gerador de empregos que podem ajudar esse desígnio do Governo", disse Manuel Nunes Júnior, salientando ainda que a criação de pólos de desenvolvimento económicos estão previstos para levar a cabo este objectivo.
De acordo com Manuel Nunes Júnior os objectivos do Governo estão virados para a consolidação dos ganhos já obtidos na estabilização macroeconómica e para a diversificação da economia do país.
Manuel Nunes Júnior apontou ainda os sectores das obras públicas, indústria transformadora e do comércio também como fontes geradoras de emprego, estando por isso incluídos na lista de aposta do Governo.
OjeLusa
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