Até ao momento, 56 trabalhadores daquela instituição empresarial, localizada no município de Cacuso, estão sem salários regulares, problema que já leva 11 meses.

A situação, segundo uma fonte da ANGOP, tem forçado os trabalhadores a recorrer a "pequenos biscatos" para sustentarem as suas famílias.

Para inteirar-se da real situação, o ministro da Agricultura e Florestas efectuou uma visita de dois dias às fazendas do pólo, e disse que tudo será feito para solucionar a questão da falta de salários.

Lembrou que o Estado quer retirar-se da actividade empresarial em alguns sectores, incluindo o agrícola, de modo a impulsionar o sector privado.

Criado em 2006, para dinamizar e acelerar o processo de diversificação da economia, através de investimentos público e privado nos sectores da agricultura e floresta, o Pólo Agro-industrial de Capanda abrange os municípios de Malanje, Cacuso e Cangandala.

Conta com 39 empresas âncoras, instaladas numa área de 190 mil hectares, com um volume de negócios estimado em mais de 200 mil milhões de kwanzas.

Durante a sua visita de dois dias (17 e 18), o ministro da Agricultura e Florestas constatou o funcionamento de fazendas instaladas no Pólo Agro-industrial de Capanda e reuniu com responsáveis de cooperativas agrícolas e piscicultores do referido projecto.

A proposito da visita, o presidente do Conselho de Administração do Instituto de Gestão de Activos e Participação do Estado (IGAP), Walter Barros, reconheceu o potencial do Pólo Agro-industrial de Capanda no fomento à agricultura familiar.

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