O governante fez este pronunciamento durante a cerimónia de apresentação da nova governadora da província do Huambo, Loti Nolika, nomeada recentemente pelo Presidente da República, João Lourenço, em substituição de Joana Lina, que vai exercer as mesmas funções na capital do país (Luanda).

Perante uma plateia constituída, entre outros, por deputados à Assembleia Nacional, magistrados Judiciais e do Ministério Público, entidades religiosas e autoridades tradicionais, o ministro referiu que os quadros a distintos níveis devem despir-se “das vaidades”, de modo a se tornarem mais competentes no trabalho de governação.

“Vamos fazer um bom trabalho para o povo, de forma competente, pois que o tempo actual exige excelência e qualidade. Quem estiver cansado pode sair, o mesmo deve acontecer com quem não estiver disposto, mas não deve atrapalhar e prejudicar quem quer trabalhar”, rematou Marcy Cláudio Lopes.

O ministro da Administração do Território elucidou que o trabalho mais importante na cadeia de decisão não é do governador, mas do técnico que executa as tarefas, pois que se as executar mal terá reflexos nas decisões tomadas, daí a razão de todos trabalharem de forma conjunta para a promoção do bem-estar comum.

Na sua intervenção, o ministro felicitou a governadora cessante pelo trabalho desenvolvido na província do Huambo e, por conseguinte, encorajou a nova gestora do planalto central a trabalhar com todos e para todos, visando o crescimento harmonioso da província.

“Ninguém trabalha sozinho. Esperamos que todos os funcionários dos órgãos do Estado prestem todo apoio e lealdade à nova governadora”, disse o governante na cerimónia, da qual fizeram também parte membros de partidos políticos com assento parlamentar, empresários e outros convidados.

Conhecida no passado como “Rainha do Milho”, a província do Huambo possui uma extensão territorial de 35.771 quilómetros quadros e uma população de dois milhões, 519 mil e 309 habitantes, distribuídos pelos municípios do Bailundo, Caála, Chicala-Cholohanga, Cachiungo, Chinjenje, Ecunha, Huambo, Londuimbali, Longonjo, Mungo e Ucuma.

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