O evento que vai reflectir as diferentes expressões artísticas e culturais do país vai acontecer de 5 a 10 de Setembro, das 14 às 20 horas tem como lema "Por uma cultura da paz, promovamos as Indústrias Culturais".

A organização juntou a imprensa e membros ligados à cultura (artesanato, música, gastronomia, artes plásticas, editoras e gráficas, teatro, entre outras) para a apresentação da FNIC 2014 e acertar alguns dos principais programas e iniciativas no âmbito do 2º festival Nacional da Cultura.

A feira conta reunir em dois pavilhões, numa área de 5.000 m2 cerca de 100 expositores. Portugal, Brasil, Cabo-Verde e Moçambique são os países convidados para essa segunda edição.

A adesão e convite dos países de língua portuguesa tem como objectivo usar um espaço regular de intercâmbio de diálogo que pretende-se manter.

De acordo com a ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, recentemente realizou-se um evento de promoção do livro e da leitura, a feira do livro da CPLP. Os parceiros poderão estar nessa edição e nas edições pretende-se aumentar o convite para os outros países.

"No que diz respeito ao desenvolvimento das industrias culturais, o Ministério está num crescendo gradual, embora que se gostaria de ter expositores de todo país incluindo expositores de gráficas nacionais. As mesmas existem fora de Luanda com pouca oferta, apenas uma ou duas províncias sendo um sinal para o empresariado investir nas zonas onde existe essa necessidade.”

A ministra acrescentou ainda dizendo que a política cultural é um instrumento legal que permite também que os investidores acreditem que a área da cultura é uma área rentável. "Quando formos capazes de relançar todas as escolas que existem e que produziram obras de arte, esculturas angolanas que hoje fazem parte dos museus internacionais, essa produção vai passar a contribuir para a renda dos artistas, nesse caso artesãos, impulsionando interesse a todos os intervenientes culturais”.

Fazer crescer a produção nacional é um dos maiores objectivos da feira. "A produção do livro está a crescer, o cinema vai crescer paulatinamente, e os trabalhos feitos são uma prova de que se pode levar mais longe a marca Angola" concluiu a Ministra.

De lembrar que a feira internacional de Luanda tem como missão promover as potencialidades do mercado, posicionando-se como parceiro do Ministério da Cultura, na perspectiva de um desenvolvimento económico sustentável para a Cultura de Angola e para a promoção do património nacional.

Na sua rede favorita

Siga-nos na sua rede favorita.