Com um investimento no valor global de 35 milhões de dólares, a Sociedade Mineira do Furi, cuja fase de produção iniciou em Agosto de 2019, explora uma área de 950 quilómetros quadrados de concessão com reservas estimadas em mais de 600 mil quilates, para ser extraídos num período de cinco anos.

A informação foi avançada hoje, sexta-feira, pelo director das operações geológicas mineiras, Tobias Junge, sublinhando que este desiderato será cumprido em duas fases, ou seja, na primeira a empresa prevê atingir uma produção de 12 mil quilates de diamantes e na segunda, 18 mil.

Afirmou que as reservas de diamantes na mina, dão garantias e segurança de que esta meta será cumprida.

Tobias Junge disse que o aumento da produção e consequentemente a facturação, permitirá a empresa elevar a sua contribuição no Orçamento Geral do Estado (OGE), através do pagamento de impostos.

Furi sem razões para despedir trabalhadores

Tobias Junge afirmou por outro lado, que a empresa não tem razões para despedir trabalhadores, mesmo com a crise que o mercado dos diamantes regista, desde o surgimento do novo Coronavírus (Covid-19).

Sublinhou que a empresa só despedirá trabalhadores que por indisciplina laboral venham a causar prejuízos para a instituição.

Disse que os 300 funcionários da empresa têm actualmente os empregos e salários salvaguardados, mesmo com a redução da carga horária, devido a Covid-19.

Por outro lado, reiterou que a instituição vai continuar a desenvolver projectos sociais nas comunidades circunvizinhas, sobretudo nos sectores da Educação, Água, Energia e Agricultura.

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