Promovida pelo Mistério da Economia e Planeamento de Angola, a 34.ª edição da FILDA decorre entre 10 e 14 de julho, na Zona Económica Especial Luanda-Bengo (ZEELB), sob o lema "Diversificar a Economia, Desenvolver o Sector Privado", contando, segundo a organização, com expositores, além de Angola, de Portugal, Suécia, Itália, Alemanha, Holanda, Reino Unido, Rússia, África do Sul, Gana, Moçambique, Uruguai, Brasil e Estados Unidos.

A edição de 2018 tem a particularidade de decorrer numa área de 28.000 metros quadrados da ZEELB, que segundo o Governo angolano representa um modelo económico voltado para a criação de ‘clusters’ industriais, sendo apresentadas como catalisadoras do crescimento económico.

No caso da Zona Económica Especial Luanda-Bengo, as empresas operadoras acedem, entre outros incentivos diferenciados à instalação, a tributação própria, forma de investimento, negociação, quotas e regulamento autónomo.

Localizada a 30 quilómetros do centro de Luanda, a ZEELB, um projeto até agora gerido pelo Estado angolano, através da Sonangol, envolveu um investimento público de quase 80 milhões de dólares (71 milhões de euros) para instalar 73 fábricas e compreende sete reservas industriais, seis reservas agrícolas e oito reservas mineiras, numa área total de 8.300 hectares entre os municípios de Viana, Cacuaco, Icolo e Bengo (Luanda), Dande e Ambriz (Bengo).

A organização da 34.ª edição da FILDA aguarda por mais de 6.000 pessoas por dia, entre estudantes, profissionais e empresários.

A edição de 2017 realizou-se no final de julho, em plena marginal junto à baía da capital angolana, juntando cerca de uma centena de empresas. Em 2016, a crise em Angola levou mesmo ao cancelamento do evento, que em anos anteriores chegou a movimentar, enquanto expositores, cerca de 1.000 empresas.

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