De acordo com os resultados hoje divulgados, os resultados positivos “refletem 7% de crescimento orgânico de ativos e 5% de crescimento orgânico de taxa base, liderado por fortes receitas fixas e fluxos de caixa, e atividade recorde em alternativas ilíquidas”.

O valor total de afluxo líquido atingiu os 429 mil milhões de dólares em 2019, um crescimento face aos 124 mil milhões de dólares registados em 2018.

As receitas anuais cresceram 2%, “lideradas por maiores taxas base e crescimento de 24% na receita de serviços tecnológicos, refletindo o ímpeto continuado do ‘Aladdin’ [sistema eletrónico da empresa, que gere ativos] e impacto da aquisição da eFront [empresa de ‘software’ financeiro]”.

No total, as receitas atingiram os 14.539 milhões de dólares em 2019, um aumento face aos 14.198 milhões registados no ano anterior.

Os ativos sob gestão da BlackRock registaram também um aumento, mas de 24%, tendo atingido os 7,4 biliões de dólares em 2019, o que compara com os 5,98 biliões de dólares registados em 2018.

“Os resultados de hoje refletem os investimentos sistemáticos que fizemos para construir relações mais alargadas e profundas com os clientes e estarmos à altura das suas necessidades”, afirmou o presidente executivo da BlackRock, Laurence (popularmente conhecido como Larry) D. Fink, citado em comunicado da empresa.

Os resultados de 2019 “confirmam a singularidade da nossa plataforma globalmente integrada de gestão de ativos e de tecnologia”, afirmou o responsável.

“O investimento continuado no ‘Aladdin’, incluindo a aquisição da eFront, levou o crescimento recorde em serviços de tecnologia para quase mil milhões de dólares no ano”, destacou.

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