Em comunicado enviado à bolsa de Hong Kong, o gigante automóvel, que é dono da Volvo Cars, Proton, Lotus e da London Electric Vehicle Company, a empresa que fabrica em exclusivo os tradicionais táxis londrinos, refere que a queda do lucro foi “maior que a esperada” devido à redução das vendas e à pressão sobre os preços perante a fraca procura e à forte concorrência no setor.

A empresa liderada por Li Shufu, e que individualmente também é acionista da Daimler, a dona da Mercedes e Smart e dos camiões norte-americanos da Freighyliner e Western Star, explicou que as receitas recuaram 9% em 2019, para 12.393 milhões de euros, em termos homólogos, e as unidades vendidas caíram igualmente 9% no ano passado, para 1,36 milhões.

A nota ao mercado esclarece ainda que queda nas vendas do grupo Geely foi particularmente significativa no mercado chinês, onde recuaram 12%, enquanto as exportações subiram 109% em 2019, embora corresponda a cerca de 58.000 unidades, ou seja, 4,3% do total.

Em termos geográficos, os mercados onde a Geely se expandiu mais foram a Malásia e a Europa Oriental (especialmente a Bielorrússia), enquanto que as suas vendas caíram em outros mercados, nomeadamente, no Médio Oriente, América do Sul e América Central e África.

O novo coronavírus, responsável pela pandemia da covid-19, já infetou mais de 697 mil pessoas em todo o mundo, das quais morreram mais de 33.200.

Dos casos de infeção, pelo menos 137.900 são considerados curados.

Depois de surgir na China, em dezembro, o surto espalhou-se por todo o mundo, o que levou a Organização Mundial da Saúde (OMS) a declarar uma situação de pandemia.

O continente europeu, com mais de 382 mil infetados e mais de 23 mil mortos, é aquele onde está a surgir atualmente o maior número de casos, e a Itália é o país do mundo com mais vítimas mortais, com 10.779 mortos em 97.689 casos registados até hoje.

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