A denúncia é do director-geral adjunto para área técnica do Instituto Nacional da Habitação, António Jorge Teixeira, que negou a existência de novas candidaturas para obtenção de habitações nas centralidades do país.

“Nos últimos dias, o Instituto Nacional da Habitação tem recebido cidadãos com documentos para candidatura às habitações nas centralidades, provocando constrangimentos e enchentes na instituição”, reforçou.

Sublinhou que em nenhum momento o INH veiculou informações sobre a recepção de documentos para o acesso as habitações nas centralidades.

Em declarações à imprensa, o responsável referiu que o anúncio das respectivas candidaturas será feito, brevemente, pelo ministério de tutela, nos canais apropriados como os órgãos de comunicação social.

Perante esse cenário, o director-geral adjunto alertou os cidadãos a aguardarem a data e o momento apropriado para compra de casas nas centralidades.

As últimas vendas de casas em Luanda foram feitas em Outubro de 2018, nas centralidades do Zango 8.000, que disponibilizou mil e 839 moradias para os funcionários públicos, 788 a trabalhadores de empresas públicas e privadas.

Nesse período, 224 apartamentos foram destinados à função pública e 112 a trabalhadores de empresas públicas e privadas no Zango 0.

Na urbanização do km 44, 237 casas foram para funcionários públicos e 101 para trabalhadores de empresas.

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