Dos cerca de dois mil milhões de dólares destinados à importação nos meses de Janeiro a Março último, um quarto foi de bens alimentares, outros USD 487 milhões foram gastos com a importação de máquinas, instrumentos mecânicos e eléctricos, entre outros da indústria de transformação, sendo que o resto dos valores foi gasto na importação de materiais de construção, veículos e produtos derivados de minerais.

Sérgio Santos, que falava num encontro com os operadores económicos do sector da Indústria e Comércio e do Agricultura e Pescas, afirmou que a queda da importação permitiu reduzir igualmente 21 por cento dos valores gastos para aquisição destes produtos no estrangeiro.

Disse ser importante a competitividade da produção nacional, principalmente nesta fase em que o mundo vive constrangimentos ligados ao comércio internacional e o acesso a “commoditis” e outros meios de importação.

Apesar dos constrangimentos, devido a componente cambial e monetária, considerou ser um sinal que os produtores nacionais passam a ter mais espaço, uma medida que vai ajudar no crescimento da produção nacional e a alteração da estrutura das importações.

Para Sérgio Santos, a queda das importações vai gerar um espaço para a produção nacional e uma oportunidade para os agentes económicos deixarem de importar produtos acabados e se dedicarem à importação de matéria-prima para as indústrias.

No encontro, os operadores económicos apresentaram problemas como a subida de preços dos fertilizantes de AKZ10 mil para 20 mil, devendo as matérias-primas serem importadas para os que para os que vão usar, bem como a intenção de haver maior cooperação entre as associações e empresários

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