A informação foi avançada hoje, quarta-feira, em declarações à Angop, pelo director do Gabinete provincial para o Desenvolvimento Económico Integrado da Huíla, Manuel Machado Quilende, ressaltando que do referido número 15 são cooperativas seleccionadas pelas administrações municipais.

De acordo com o responsável, as demais empresas estão voltadas ao sector da agricultura, criação e produção de carne, importação de insumos agrícolas, da indústria, prestação de serviços e distribuição, entre outros.

Referiu que no âmbito do Programa de Apoio ao Crédito (PAC) o gabinete controla 17 projectos de empresas submetidos as dependências bancárias do BIC, BFA, BPC, BNI, Standard Bank, BCI, BMI e BAI, dos quais dois foram já aprovados, um já com financiamento disponibilizado no valor de quatro mil milhões de kwanzas, voltado para a aquisição de sementes e gado.

Acrescentou que estão igualmente sete projectos em fase de negociação, processo que para chegar a disponibilização dos valores passa necessariamente pelas fases da triagem.

Explicou que a falta de uma contabilidade organizada, morosidade de resposta por parte dos bancos comerciais e documentação incompleta, destacam-se nas falhas registadas pelos produtores para a adesão ao crédito, na qual o ministério de tutela tem prestado consultoria para as pequenas empresas, com a finalidade de suprimir alguns dos constrangimentos.

"Existem casos de produtores rurais que não têm conta bancária, nem bilhete de identidade”, sublinhou.

Fez saber que o gabinete tem mantido contactos com os empresários inscritos, fazendo o alinhamento junto da banca comercial para colher informações e ajudar os mesmos no que for necessário para a sua incumbência.

O Programa de Apoio ao Crédito (PAC), que se insere no PRODESI, é um instrumento que facilita o acesso ao crédito para os produtores que queiram se dedicar a produção de bens da lista dos 54 produtos, com destaque para os da cesta básica e outros, considerados essenciais.

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