“Na hipótese de serem retomadas as operações progressivamente a partir de abril, o impacto estimado do Covid-19 sobre o resultado de exploração é de menos 150 a menos 200 milhões de euros, entre fevereiro e abril”, indicou, em comunicado.

O grupo adiantou esta estimativa vai resultar numa quebra das receitas no primeiro trimestre.

Várias transportadoras aéreas, como Air France, British Airways, Air Canada, Lufthansa, American Airlines, United Airlines, ou Delta, entre outras, suspenderam desde final de janeiro os voos para a China continental para tentar travar a propagação do novo coronavírus Covid-19.

Em 06 de fevereiro, a Air France-KLM anunciou que, a partir de 16 de março, ia retomar progressivamente os voos “de e para Xangai e Pequim, garantindo alternadamente um voo diário para cada destino”.

A francesa Air France e a holandesa KLM previram, na altura, um “regresso ao programa normal de ligações” em 29 de março.

O turismo mundial, sobretudo as companhias aéreas, foram diretamente atingidas pela quarentena imposta em várias cidades chinesas e a proibição de viagens organizadas da China para o estrangeiro.

O coronavírus Covid-19 provocou 2.118 mortos na China continental e infetou mais de 75.000 pessoas a nível mundial.

A maioria dos casos ocorreu na China, onde o novo vírus foi detetado no final de 2019, na província de Hubei, a mais afetada pela epidemia.

Além de 2.118 mortos na China continental, morreram três pessoas no Japão, duas pessoas na região chinesa de Hong Kong, duas no Irão, uma nas Filipinas, uma em França e uma em Taiwan.

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