“A greve está de pé, porque ninguém nos chamou para falarmos, até chegarmos a um acordo com papel”, afirmou Mamadu Conté, secretário-geral da federação.

Segundo Mamadu Conté, é preciso arranjar soluções para os problemas dos motoristas que envolvem a Direção-Geral de Viação, o Ministério do Interior, o Ministério das Obras Públicas, a Administração Territorial e o Fundo Rodoviário.

Além da falta de condições de circulação nas estradas da capital, Mamadu Conté disse que o protesto é também contra a realização de operações ‘stop’ pela polícia de trânsito e guarda nacional de “500 em 500 metros” e pelo excesso de fiscalização, quer pelo Fundo Rodoviário, quer pela Direção-Geral de Inspeção.

“É preciso que sejam definidas as competências de cada entidade”, afirmou.

Durante os três dias não vão circular em Bissau táxis, toca-toca (pequenas carrinhas que transportam pessoas entre o centro da cidade e os bairros da capital) e outro tipo de transportes de passageiros.

Hoje, durante a manhã, já eram visíveis os efeitos da greve, com registo de menos filas de trânsito e com menos pessoas a conseguirem deslocar-se para o trabalho.

MSE // JH

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