Os lotes hoje sorteados em direto, via televisão pública angolana, com arruamentos, energia, água e saneamento, destinam-se a áreas de habitação, comércio, saúde, ensino, cultura, lazer e serviços.

A campanha visa facilitar o acesso aos terrenos infra-estruturas para investimentos capazes de gerar postos de emprego, competitividade e aumentar o potencial de atracção para a centralidade do Kilamba.

Segundo o administrador da EGTI - EP, Kilson Gouveia, os lotes para habitação estão divididos para a construção de edifícios uni-familiares (vivendas) e multi-familiares (prédios).

O responsável avançou que se inscreveram na campanha essencialmente funcionários públicos.

"Estamos a falar de funcionários que trabalham no Ministério da Saúde, da Educação, na polícia e também uma franja relevante de funcionários bancários", disse.

A maioria dos inscritos são da província de Luanda, capital de Angola, havendo também de outras províncias e outros países, nomeadamente de Portugal, dos Estados Unidos da América e de outros Estados africanos.

Kilson Gouveia referiu que o processo foi "bastante abrangente", tendo em conta as formas de inscrição adoptadas, via online e presencial.

O lote de menor dimensão é de 15/25 metros, correspondente a 375 metros quadrados de área total, sendo o preço do terreno calculado em função da área bruta de construção, tipologia do projecto arquitetónico e o número de pisos.

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