Segundo o ministro, que falava na abertura do sexto fórum económico Alemanha /Angola, com o objectivo de discutir as oportunidades de negócio no país e as áreas prioritárias para cooperação bilateral nos sectores da energia, agricultura, infra-estrutura e saúde, os projectos identificados serão implementados nos próximos cinco anos.

 

Abrahão Gourgel elucidou os empresários alemães que os projectos identificados são dos sectores de energia e água (65 projectos), avaliados em 14,4 mil milhões de dólares, produção de alimentos e agro-negócio (57 projectos), cifrados em 2,8 mil milhões de dólares, habitação avaliado em 6,3 mil milhões dólares e o sector dos transportes e logística (123 projectos), avaliados em 24, 4 mil milhões de dólares.

 

Fez uma panorâmica sobre o estado actual da economia angolana com particular referência ao impacto significativo que as alterações decorrentes da baixa do preço do petróleo têm causado as finanças públicas e ao mercado cambial.

 

O ministro disse a propósito que a instabilidade dos mercados internacionais não é controlável e em consequência, também o país se encontra vulnerável em relação aquelas oscilações de preço que causam distorções nas estimativas orçamentais , tornando incontornáveis as medidas de ajustamento da receita e da despesa dos orçamentos públicos.

 

Por sua vez, a secretária de Estado parlamentar do Ministério Federal da Economia e Energia da Alemanha, Brigitte Zypries, referiu-se na ocasião as relações existentes entre os dois países no domínio económico, e a necessidade de Angola assim como outros países do continente desenvolverem as suas infra-estruturas.

 

Salientou a necessidade de mais investimentos na formação contínua das pessoas, principalmente a formação profissional dos jovens, como forma de encontrar uma resposta no problema do desemprego.

 

Enquadrado no programa da 32ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA), que abre hoje as suas portas, os participantes do fórum estão a discutir temas ligados à industrialização de Angola e as oportunidades de investir nas províncias.

 

 

 

Angop

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