O governante, que participou num Fórum de Negócios em África, à margem da 33.ª Cimeira da UA, em Adis Abeba, indicou que os parques solares serão instalados em Benguela, no Luena (Moxico), Saurimo (Lunda Sul), no Dundo (Lunda Norte) e no Bailundo (Huambo).

De acordo com o ministro, o pacote de investimentos previstos é de cerca de 500 milhões de dólares, cujo tempo de implementação é de dois anos.

Informou que, nos últimos anos, a matriz energética no país passou de 40 por cento de combustíveis fósseis para 60 por cento de energia limpa e renovável.

Para o governante, tal facto mostra a aposta que o país está a fazer nessa transição energética, ou seja, na redução da produção de energia eléctrica com combustíveis fósseis.

Informou que o Ministério está a trabalhar com parceiros na promoção de projectos de energia renováveis, para expandi-los em áreas remotas do país, distantes do litoral onde a energia eléctrica é muito escassa.

Em relação ao Fórum, observou que o mesmo visou estabelecer medidas para os países africanos poderem dispor de instrumentos que lhes permitam financiar projectos com energias renováveis, utilizando o sol, que é o maior recurso energético de que a África dispõe.

Segundo o governante angolano, o sol é uma energia limpa e renovável, cujos custos estão cada vez mais reduzidos.

“O que se pretende é que se faça rapidamente essa transição energética dos combustíveis fósseis (caros) para os combustíveis limpos e renováveis (baratos) ”, finalizou.

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