Carlos da Rocha Cruz falava durante o seminário sobre o tema “A elaboração da proposta do OGE/2020“, dirigido a gestores e técnicos de organismos e instituições públicas do Estado na província.

Segundo afirmou, o referido exercício visa reflectir sobre os objectivos, metas e acções para exercício económico 2020, alinhado ao Plano de Desenvolvimento Nacional (PDN) - 2018/2022, com objectivo de melhorar o bem-estar das populações.

O governante pediu aos gestores rigor e uma atenção especial as receitas não petrolíferas, como aquelas provenientes do pagamento das taxas, licenças e outras receitas arrecadadas através da cobrança dos serviços dos órgãos da administração local.

“ Não nos esqueçamos que as nossas receitas próprias constituem a primeira fonte de exercício para os nossos orçamentos”, disse.

Sobre a existência de novos projectos em curso que têm estado a transitar de um ano para o outro por exiguidade de recursos financeiros, o governante disse ainda ser imprescindível racionalizar e utilizar as despesas direccionando aos recursos disponíveis para a conclusão dos projectos, devendo cada gestor tomar medidas necessárias que passa pela percepção do interesse público, transparência, eficiência e respeito pela coisa pública.

A Assembleia Nacional aprovou, no dia 6 de Junho do ano em curso, o Orçamento Geral do Estado (OGE) 2019 revisto, com despesas e receitas fixadas em 10.4 biliões de kwanzas.

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