O maior problema dos nossos países é o acesso ao financiamento, este é um grande desafio”, afirmou Assunção Abdula, em Macau, à margem de uma conferência promovida pela Associação de Jovens Empresários Portugal-China.

“É um grande desafio, (…) estamos a tentar ajudar”, através da assinatura de protocolos, como aconteceu em abril quando foi criada uma linha de crédito para investimentos em Moçambique.

“De um modo geral, é o que está em cima da mesa, porque para fazermos negócios precisamos de dinheiro e não é fácil o acesso ao financiamento”, explicou.

Hoje, a federação assinou um novo protocolo, desta vez com a Associação de Jovens Empresários Portugal-China, procurando beneficiar da experiência daquela entidade no mercado asiático.

“Vamos estender este protocolo à Confederação Empresarial da CPLP”, indicou, frisando a importância deste “intercâmbio com a China, porque é um mercado vasto”.

“Nós queremos ter essa oportunidade de entrar no mercado asiático e temos aqui a porta aberta”, reiterou Assunção Abdula.

As declarações foram realizadas à margem de um evento que foi promovido no âmbito de dois eventos que começaram na quinta-feira e se prolongam até sábado: a Feira Internacional de Macau e a Exposição de Produtos e Serviços dos Países de Língua Portuguesa.

Cabo Verde é o país parceiro do evento conjunto, organizado pelo Instituto de Promoção do Comércio e do Investimento de Macau, com o apoio de entidades económicas e comerciais de Macau, do interior da China e de Hong Kong.

A 24.ª MIF e a PLPEX deste ano têm um orçamento total de 41,9 milhões de patacas (cerca de 4,71 milhões de euros) e ocupar uma área de aproximadamente 24 mil metros quadrados, com 1.500 stands e pavilhões temáticos.

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