Segundo Marcelo Porto Turri, que falava à Angop no último dia da34ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA/2018), além da marca já muito conhecida pelos angolanos, vão procurar produzir outras variedades.

Sem avançar mais dados relativos a data exacta para arranque do projecto, o responsável adiantou que querem apenas deixar passar esse período crítico de obtenção de divisas que os empresários têm tido, para atingir o objectivo preconizado.

O empresário que já comercializa produtos da marca brasileira em Angola há mais  de 2 anos. “O que queremos é fabricar aqui para tornar o produto final mais barato”, referiu o empresário que já fez alguns contactos na FILDA para a princípio expandir a importação dos produtos e posteriormente a abertura de uma produção local.

A empresa existe há quatro anos no mercado brasileiro e tinha uma capacidade instalada de 250 mil toneladas/ano, mas elevou para um milhão de toneladas de alimentos da cesta básica, como massas, macarrão, carne seca, bolachas, entre outros.

Actualmente os seus produtos são vendidos pela rede comercial Kero, e em alguns mercados informais do país, mas a pretensão é expandir a venda em todo território nacional. “Tal facto só será possível se houver uma produção em grande escala dentro de Angola”, disse.

A 34ª edição, que decorre nas instalações da Zona Económica Especial Luanda Bengo (ZEELB),  conta com 372 expositores de 15 países, um aumento de 125 expositores em relação a 2017.

Com encerramento marcado para esta noite, a feira conta com participação de empresas de Angola (país anfitrião), África do Sul, Espanha, Estados Unidos da América, Gana, Holanda, Índia, Itália, Macau, Portugal, reino Unido, Rússia e Suécia. Fazem ainda parte Turquia, Uruguai, Japão e Moçambique que estão a expor numa área aproximada de três hectares.