O ministro falava na abertura da 34ª edição, que decorre sob lema" Diversificar a economia, desenvolver o sector privado ", nas instalações da Zona Económica Especial (ZEE), em Viana.

Sublinhou que apesar das mudanças do local de exposição (tradicionalmente no Cazenga e depois na Baía de Luanda), continua a reunir as condições de atractividade de empresários e empresas, uma vez a organização espera contar com uma participação de mais de 370 empresas, das quais 260 nacionais.

Considerou a diversificação como sendo um processo de dinâmica permanente, sem começo nem fim.

Referiu que a Feira, a mais importante amostra da economia nacional completa 35 anos de existência.

Adiantou que estas feiras e amostras representam ocasiões para apresentar as potencialidades económicas dos países, através de exposições e pronunciamentos quanto aos sectores e actividades com maiores perspectivas de evolução e sobre os seus recursos naturais e ambientais.

Para o ministro, a FILDA/2018 acontece num momento o mais importante instrumento de programação e política económica do governo (Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022) está a ser apresentado aos diferentes agentes da sociedade, um facto que pode conferir um carácter história se da sua implementação resultarem as transformações que os empresários e trabalhadores almejam.

Sublinhou que em todo mundo, estes eventos acontecem, justamente com o propósito de apresentar uma mostra das realidades económicas dos respectivos países.

"Normalmente, os resultados traduzem-se no estabelecimento de importantes “networks” entre empresários, que muitas vezes se conhecem, pela primeira vez, nestes eventos. Estas conexões são determinantes para as parcerias privadas de investimentos, mesmo em quadros de referência de elevada concorrência", disse.

Acrescentou que estas amostras são igualmente aproveitadas pelos empresários e pelos agentes públicos incumbidos de conceber as políticas económicas de desenvolvimento, para ter uma fotografia actualizada sobre os mais importantes vectores da concorrência e da competitividade nacional e internacional.

Nesta edição, promovida pelo Ministério da Economia em parceria com a empresa Eventos Arena, a Rússia e o Gana são os países estreantes, enquanto o Brasil é o grande ausente do evento que alberga 69 por cento das empresas nacionais, enquanto a maior participação estrangeira fica com Portugal, levando 25 expositores, contra os 16 da edição de 2017.

A par de Angola, país anfitrião, vão participar da exposição, numa área de quase três hectares, África do Sul, Espanha, Estados Unidos da América, Ghana, Holanda, Índia, Itália, Portugal, Reino Unido, Rússia, Suécia, Turquia, Uruguai, Japão e Moçambique.

Na FILDA estão patentes produtos e serviços dos sectores do ambiente, energia e petróleos, agricultura, pecuária, bebidas, banca e seguros, comércio geral, construção, imobiliária, educação, formação e cultura, hotelaria e turismo, indústria transformadora e extractiva, logística e transportes, máquina e equipamentos, entre outras.

Em paralelo às exposições, os cinco dias de actividade reservam a realização de workshops e seminários, com destaque para abordagem acerca da nova legislação do Investimento Privado, e o Plano de Desenvolvimento Nacional 2018-2022, lançamentos de produtos e serviços, assim como a realização de actividades culturais.

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