Em declarações à Angop, na 34ª edição da Feira Internacional de Luanda (FILDA/2018), aberta terça-feira pelo ministro da Economia e Planeamento, Pedro Luís da Fonseca, o titular da pasta Energia salientou a energia renovável melhora não só a vida das famílias no interior dos municípios, mas também serve trampolim para diversificação e o crescimento económico do país.

Com as fontes de produção de energias renováveis, segundo João Baptista Borges, poupam-se custos, sobretudo agora que o País vive uma crise económica e financeira.
Informou existirem iniciativas privadas, alinhadas à estratégia definidas pelo Executivo, voltadas ao fornecimento de serviços  de energia limpas.

Segundo o ministro, Angola ao apostar agora em fontes de energias renováveis está no caminho certo, porque vai contribuir para o equilíbrio ambiental.
Pontualizou que no âmbito da estratégia de alargamento da matriz energética, no domínio das energias renováveis, disse que já beneficiam desse plano de electricidade as províncias de Cabinda, Benguela, Namibe, com perspectiva de expandir-se em todo território nacional.

Na 34ª edição da FILDA, o sector eléctrico está representado pelas empresas Rede Nacional de Transporte de Electricidade (RNT), Empresa Nacional de Distribuição de Energia (ENDE) e Empresa Nacional de Produção de Electricidade (Prodel).

A 34ª edição da FILDA, aberta terça-feira, conta com a participação de 372 expositores de Angola (país Anfitrião), África do Sul, Espanha, Estados Unidos da América, Gana, Holanda, Índia, Itália, Macau, Portugal, Reino Unido, Rússia, Suécia, Turquia, Uruguai, Japão e Moçambique, que estão a expor numa área de aproximada de três hectares.

Pelo menos 69 por cento das empresas expositoras desta edição promovida pelo Ministério da Economia e do Planeamento e o grupo eventos Arena são nacionais.

Na feira, que decorre na Zona Económica Especial Luanda Bengo (ZEELB), estão em exposição produtos e serviços dos sectores do ambiente, energia e petróleos, agricultura, pecuária, bebidas, banca e seguros, comércio geral, construção, imobiliária, educação, formação e cultura, hotelaria e turismo, indústria transformadora e extractiva, logística e transportes, máquina e equipamentos, telecomunicações, energia, entre outras.