Em entrevista à Angop, a gestora de feiras Luiana Valejo disse  que estes dados resultam de um inquérito feito pela organização durante a exposição,  que  dá conta também que 94 porcento dos expositores pretende investir ou reinvestir em Angola.

Estes dados, continuou, são muito importantes porque a Filda é uma amostra não só nacional mas também internacional  e pelos níveis que está a atingir poderá ser considerada não, só o maior evento a nível nacional, mas de África.
Considerou que esta edição foi positiva em todos os sentidos, a organização trabalhou para que os expositores saissem da feira felizes e com vontade de trabalhar.

Em relação ao volume de negócios desta edição disse que ainda não há dados concretos, mas  que   as empresas têm estado a fazer grandes contactos de parceria e pelos dados preliminares há já uma previsão  de que se superou a edição anterior em termos  de empresas nacionais e estrangeiras.

“Aquilo que estamos a tirar com amostra é que a feira atingiu e ultrapassou os  objectivos e metas preconizadas, várias empresas estabeleceram e muitos empresários encontaram soluções que procuravam”, observou, sublinhado ser este o objectivo da Filda.

Quanto à participação das empresas angolanas disse que também se registou uma forte presença, de mais de 700 empresas de vários sectores de actividade, algumas marcaram presença pela primeira vez.
Informou que nesta edição destacaram-se mais empresas sedeadas em Luanda, Benguela, Huambo, Huila, Cabinda e Cuanza Sul.

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