Ao discursar na cerimónia de abertura da 33ª edição da Filda/2017, Manuel da Cruz Neto considerou a diversificação económica um  factor crucial para reverter o actual quadro económico, resultante da baixa do preço de petróleo no mercado internacional, impondo ao sector público e privado a concentrarem-se no desenvolvimento do sector não-petrolífero da economia nacional.

Para o ministro,  a diversificação económica precisa de um sector privado forte, sendo, por isso, necessário continuar a melhorar o ambiente de negócios para garantir o crescimento sustentável.

A filda, sublinhou, conquistou o seu espaço na vida económica e social do país, tornando-se numa marca reconhecida por todas as entidades comprometidas com o progresso do desenvolvimento de Angola.

Com eventos do género, prosseguiu, o país tem  vindo a promover o investimento privado para o aumento da produção de bens alimentares, matérias-primas e de uma gama crescente de produtos manufacturados no mercado doméstico e internacional.

Com o lema "Diversificar a economia e potenciar a produção nacional, visando uma Angola auto- suficiente e exportadora", o evento, que termina domingo (30),  conta com a participação de mais de 200 empresas provenientes de diversos países do mundo.

O certame, uma organização do Ministério da Economia, em parceria com o grupo empresarial Eventos Arena,  conta com a participação de mais de dez países convidados, entre os quais,   Portugal, Brasil, Alemanha, China, Cuba, Suécia, Uruguai, Estados Unidos, África do Sul,  Quénia e Zâmbia.

Entre outras novidades,  nesta edição, destaca-se o espaço exclusivo para as crianças denominado "Candengues", que vai permitir as famílias ou os visitantes deixarem os mais pequenos de forma segura enquanto fazem os seus contactos.

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