Segundo o responsável, face a essas dificuldades, a organização constituída por 50 membros, tem estado a remediar-se com as duas embarcações de que dispõe, embora em avançado estado de degradação.

José Geraldo Pessela disse que a cooperativa realizada a captura de pescado, com realce para o bagre e o cacusso, na albufeira do Gove e ao longo do rio Cunene, tendo, desde Janeiro à presente data, atingido a cifra total de 409 quilogramas, contra os 200 de igual período de 2019.

Argumentou que os poucos níveis de captura resultam da insuficiência de meios, uma situação que está a condicionar a diversificação das fontes de renda dos 50 membros da cooperativa, que também se dedicam à agricultura, com realce para a produção do milhão, feijão e hortícolas.

Por este facto, o responsável disse que a organização necessita de oito embarcações, equipados com motores e redes com mais de cinco mil metros, de modo a revitalizar a actividade pesqueira na localidade.

Acrescentou que, além destes meios, necessitam de anzóis, redes e frigoríficos, este último, para a conservação, numa altura em que os pescadores recorrem as arcas familiares, para evitar deterioração do produto capturado.

Entretanto, as autoridades do município da Caála manifestam conhecimento em em relação as dificuldades da cooperativa “Água Azul”, criada em 2005, tendo ainda tranquilizando os 50 membros da organização pesqueira.

A fonte da administração municipal, referiu que, apesar de não serem distribuídos novos meios de trabalho desde 2011, os pescadores têm beneficiado de formação sobre a preservação do meio ambiente e métodos de pescas conforme as normas existentes no país.

Com quatro comunas (Calenga, Catata, Cuima e Sede), que perfazem uma extensão territorial os três mil e 680 metros quadros de extensão territorial, o município da Caála é habitado por 342 mil e 463 habitantes.

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