Durante seis dias, a FIL, entidade promotora e gestora do evento, espera receber, pelo menos, 50 mil visitantes que devem pagar três mil kwanzas para obter o bilhete de entrada.

O evento tem todas as condições criadas para a promoção do mercado interno, mostrando que está à altura dos desafios da economia mundial. A perspectiva angolana, afirmou o ministro da Geologia e Minas e Indústria, Joaquim David, na abertura do certame, é ter uma indústria que concorra em termos de qualidade e preços com os países mais desenvolvidos.

O expositor turco Zaire Solucanoglu, representante de uma empresa que se dedica aos materiais de isolamento térmico e instalação, disse ao Jornal de Angola que quer tentar formar uma parceria com empresários angolanos, porque “Angola é um país flexível e queremos ter parcerias com os empresários locais” para formar mercado para os seus produtos.

A vontade dos empresários angolanos em participar nos esforços do Executivo, tendo em vista a criação das ferramentas necessárias para a promoção da indústria nacional e, com isso, o crescimento económico e produtivo do país, também é muito visível na FILDA2012.

De forma ampla, a feira está a juntar muitas empresas nacionais e estrangeiras para montarem operações no país. Inventores individuais e estudantes de instituições públicas e privadas também podem apresentar, entre outras novidades, produtos de software para sistemas informáticos. A presente edição da FILDA visa ainda divulgar as boas práticas de administração pública, através da apresentação de projectos e da promoção do empreendedorismo.

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