Segundo Albino Ferreira, até Junho de 2018, altura que terminou o mapeamento dos postos de abastecimento de combustíveis, o país contava com mil e 107 postos de abastecimento de combustíveis.

O responsável, que falava à imprensa, à margem do seminário de apresentação do Mapeamento Nacional de Postos de Abastecimento de Combustíveis e Legislação afim, referiu que com a crise económica no país, foram prudentes em apontar a construção de mil e 132 postos de abastecimentos até 2022, de modo a não se criar falsas expectativas.

“Constatámos com os operadores e todos os envolvidos que o ritmo de construção dos postos de abastecimento não é tão grande, mas está dentro do contexto socioeconómico em que vivemos”, acrescentou.

O responsável, sem referir-se a números, salientou que Luanda é a província onde se situa maior concentração de postos de abastecimento, e com o aparecimento de novas localidades e centralidades a tendência é existirem ainda mais postos.

“A cidade de Luanda ainda tem capacidade de receber mais postos de abastecimento, mesmo pela sua densidade populacional como geográfica”, sublinhou.

Para si, o seminário de apresentação do mapeamento é uma forma de encorajar os potenciais investidores a olharem para esse negócio de uma outra forma, que num posto de abastecimento, para além dos combustíveis e seus derivados é possível venderem-se outros produtos chamados de negócios periféricos, bem como permitir a criação de mais postos de trabalhos as zonas onde são instalados os empreendimentos.

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