O antigo presidente da Associação de Empresários da Huíla (AAPCIL) afirmou ter verificado um movimento irregular na sua conta há dois meses.

Informou que, de acordo com o extracto, a operação aconteceu dia 20 de Fevereiro do corrente ano.

António de Lemos avançou que no mesmo dia apresentou a preocupação ao banco, a Polícia de Investigação Criminal e ao  Banco Nacional de Angola (BNA), tendo, dois dias depois, recebido da instituição bancária a resposta de que a sua reclamação estava encerrada, pois tinha sido vítima de phishing (invasão da conta por meios cibernéticos).

Considerando como grave a situação, que coloca em causa a credibilidade e fiabilidade dos bancos, diz nuna ter utilizado os meios de transferência e pagamento informático para operações bancárias.

A propósito, o responsável regional da área de particulares e negócios do banco Millenium Atlântico, Rui Silva, contactado pela ANGOP, alegou não ser da sua competência falar sobre o assunto, remetendo toda e quaisquer informação para a direcção central, em Luanda.

Por sua vez o delegado regional Sul do Banco Nacional de Angola, Sandro Santos, afirmou  ter recebido apenas uma reclamação do empresário António de Lemos e remetida ao órgão central em Luanda, para o devido tratamento.

Os casos de desvios em contas bancárias de clientes são comuns na província da Huíla. Em 2019 foram denunciados dois casos envolvendo clientes do BFA e do BPC.

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