Em declarações hoje, quinta-feira, à ANGOP, o supervisor da unidade fabril, Abílio Sapalo, informou que esta redução é consequência da dificuldade em importar matéria-prima no exterior do país.

Disse que desde o início deste ano, a fábrica não consegue adquirir os perfis metálicos, ferro, madeiras já preparadas e outras matérias usadas na confecção das carteiras escolares, estando a funcionar graças às reservas acumuladas.

Apesar desta limitação, Abílio Sapalo informou que têm, com muita dificuldade, satisfeito a procura, fornecendo carteiras às províncias de Benguela, Bié, Cuando-Cubango, Malanje, Huíla e Lunda-Norte, além do Huambo.

Em funcionamento desde 2006, a fábrica, com mais de 30 trabalhadores, também produz cadeirões, camas beliches e mesas para uso doméstico. Mensalmente, segundo o seu supervisor, são produzidos jogos cinco de cadeirões, 100 camas beliches e 50 mesas, apenas para o mercado local.